Checklist: cinco quesitos para avaliar o momento certo de renovar a sua frota para o transporte florestal

Uma frota com veículos desgastados e caminhões ultrapassados para o transporte florestal pode representar muita dor de cabeça. Além de diminuir a eficiência do setor logístico, tão importante para as atividades de colheita e transporte da madeira, compromete a segurança dos profissionais envolvidos na operação florestal.

Por isso, atualizar a frota pode ser uma excelente alternativa para a empresa se manter competitiva e conquistar novos espaços no mercado. Mas você sabe qual é a hora certa para isso? Confira cinco quesitos que ajudam você a descobrir.

 

1 Frota antiga

A sua empresa precisa ficar atenta para evitar a disparidade tecnológica em relação aos concorrentes. Isso inclui substituir aquela frota mais antiga, sem possibilidades de melhorias, por uma mais nova e com recursos que representem benefícios. Considere modelos que levam mais economia de combustível, eficiência e sustentabilidade – tão importante para o segmento florestal. Além de economia, contribuem com o meio ambiente e ajudam a passar uma imagem positiva.

 

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2. Valor de revenda 

A depreciação precisa ser bem analisada. Não espere que a frota da sua empresa se deteriore completamente, tornando-se desvalorizada, antes de substituí-la. Até porque quanto mais antigos e defasados tecnologicamente forem os veículos, menor será o valor de revenda. Dessa forma, reavendo algum capital financeiro com a venda, fica mais fácil investir em uma frota mais moderna.

 

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3. Alta manutenção

Por mais que a sua empresa tenha uma cultura de manutenção preventiva nos veículos, chega um momento em que o desgaste ocasionado pelo uso frequente da frota exige substituições. Porém, se os custos com reparos ou troca de peças for frequente, gerando alta manutenção, talvez essa seja a hora certa para repensar se vale a pena continuar consertando ou se é o momento ideal para investir em um veículo novo.

 

4. Perda de produtividade

Trata-se de uma consequência da alta manutenção. Mesmo com a substituição de peças e outros equipamentos, o veículo pode continuar apresentando desempenho instável e baixo, ocasionando em perda de produtividade. Isso se traduz em menos eficiência no transporte e atrasos na logística de distribuição da matéria-prima.

 

5. Renovação de contrato com o seu cliente 

Também é importante considerar a renovação de contrato com o seu cliente como fator fundamental nesse processo de determinar o momento certo para substituir a frota.

“É de praxe o transportador, quando faz uma renovação de contrato com a empresa produtora de celulose e afins, exigir uma renovação parcial ou total da frota em função dos pontos citados acima. Isso ocorre também porque muitas vezes na renovação de contrato, a empresa de celulose pode orçar o transporte com várias companhias e certamente vencerá a mais competitiva”, explica Eduardo Maggioni, responsável pela área de vendas dos fueiros florestais da marca RAPTOR® do Grupo PCP.

Na hora de renovar a frota, pense também na qualidade dos fueiros florestais, como os da linha RAPTOR®, que são produzidos com aço de alta resistência, material considerado até quatro vezes mais seguro do que o comum.

Com a capacidade de carga maior, as empresas conseguem transportar mais madeira do que antes, reduzindo o número de quilômetros percorridos e se tornando mais competitivas.

Acesse o site e saiba mais sobre a linha RAPTOR®.

 

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